Eu recebo sempre no meu e-mail um trânsito astrológico,e hoje não foi diferente.
Hoje a mensagem veio diretamente à mim e me deixou feliz em saber que para onde eu vou será do jeito que é sempre,vejam:
Momento de estar com os amigos, Josimara. (...), e os dois astros estarão em harmonia. Seu sentimento de bem-estar emocional estará associado aos seus amigos queridos, aos grupos em que você aprecia estar. Este é um momento particularmente propício para se unir a outras pessoas com objetivos em comum, ou simplesmente para vocês terem momentos de prazer e diversão em conjunto. É bem possível que alguma pessoa amiga venha a lhe ajudar com seus problemas neste momento, ou mesmo você irá ajudar algum amigo muito querido neste momento. Este período favorece as trocas, as ajudas mútuas. É incrível como os problemas sérios dos outros podem ser resolvidos por nós com grande facilidade, e vice-versa! Neste ciclo, você compreenderá que nunca estamos sós quando temos amigos que nos querem bem. É possível também que pessoas queridas que há muito tempo você não vê surjam novamente, com alguma mensagem pra lhe passar: tenha atenção!
Reflexão para o período: como posso ajudar o próximo?
Adorei!
Queria partilhar isso com vocês!
MARA FARIAS
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Frases do Travesseiro
"Perdi a chave do meu coração e ninguém poderá entrar.''
"Eu sempre mudo o pensamento quando viajo e conheço histórias novas. "
"As coisas do coração ninguém explica."
"Eu vou seguir pelo caminho mais longo e viver mais aventuras."
"Eu sempre mudo o pensamento quando viajo e conheço histórias novas. "
"As coisas do coração ninguém explica."
"Eu vou seguir pelo caminho mais longo e viver mais aventuras."
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Frases do travesseiro
domingo, 27 de junho de 2010
As Razões do Coração
Amor
Ódio
Emoção
Nem os cientistas
Reconhecem o coração
Qual é a razão?
Amor,ódio,emoção,
Coração e cérebro,
Tem mesmo uma ligação?
Bate forte coração!
Raiva,tristeza,emoção,
Se tudo isso lhe acontece...
Qual é a sua reação?
JOÃO PAULO
(MEU IRMÃO LINDO!)
JOÃO PAULO
(MEU IRMÃO LINDO!)
sexta-feira, 25 de junho de 2010
O que tenho a ver?
Eu tinha a vida parecida com a de todos...
Jogava lixo no chão,deixava a velhinha passar a rua sozinha,
Eu votava em qualquer candidato.
E quando via um analfabeto,
Ria por ele não conhecer o mundo.
Eu usava o direito do estudante falso,
Porque era fácil ebarato;
Se alguém pedisse ajuda,eu negava.
Quando fui assaltada,fiquei com medo
e procurei meus direitos!
Eu neguei a sujeira do meu país,
Eu neguei a verdade,a realidade da minha nação!
Eu neguei ajudar o meu irmão...
É por isso que agora eu o convido,
À pagar impostos mais altos,
O convido à furar a fila do banco,
O convido à deixar o cara que matou teu irmão,livre...
LIBERDADE!Liberdade de corrupção,
Liberdade do ladrão,
Liberdade de falsificação!
Vamos enganar os trouxas,
Os analfabetos sem noção.
Vamos desviar o dinheiro da construção,
Vamos usar mais carros para destruir a Terra,
Vamos comprar armas para matar,
Vamos maltratar os animais,
Fazê-los de remédio caseiro.
Vamos criar bombas,ensinar nossos filhos à serem corruptos.
Venham comigo!...
Seguir o caminho da corrupção.
Venham todos!...
E saberão quem é o ladrão.
O ladrão faz tudo escondido,
Ele te abraça na época da eleição,
Por um voto,te dá um 1Kg de feijão,
Ele promete educação,emprego,esporte,lazer...
E quando ganha não olha o teu irmão
que está no corredor do hospital sem respiração.
Você confia demais neles e depois reclama,
Você vota neles e depois reclama,
Você não vai atrás do que ele está fazendo e reclama,
Você reclama e não faz nada,
Você tem conhecimento e não muda.
Se eles derem uma festa,logo esquecerá e ajudarás na campanha.
Você é mais hipócrita que eles,
Você é mais corrupto que eles,
Você é um parvo,um troglodita,um babão...
Pior que eles nos roubarem
É você rir junto com eles...
MARA FARIAS
Jogava lixo no chão,deixava a velhinha passar a rua sozinha,
Eu votava em qualquer candidato.
E quando via um analfabeto,
Ria por ele não conhecer o mundo.
Eu usava o direito do estudante falso,
Porque era fácil ebarato;
Se alguém pedisse ajuda,eu negava.
Quando fui assaltada,fiquei com medo
e procurei meus direitos!
Eu neguei a sujeira do meu país,
Eu neguei a verdade,a realidade da minha nação!
Eu neguei ajudar o meu irmão...
É por isso que agora eu o convido,
À pagar impostos mais altos,
O convido à furar a fila do banco,
O convido à deixar o cara que matou teu irmão,livre...
LIBERDADE!Liberdade de corrupção,
Liberdade do ladrão,
Liberdade de falsificação!
Vamos enganar os trouxas,
Os analfabetos sem noção.
Vamos desviar o dinheiro da construção,
Vamos usar mais carros para destruir a Terra,
Vamos comprar armas para matar,
Vamos maltratar os animais,
Fazê-los de remédio caseiro.
Vamos criar bombas,ensinar nossos filhos à serem corruptos.
Venham comigo!...
Seguir o caminho da corrupção.
Venham todos!...
E saberão quem é o ladrão.
O ladrão faz tudo escondido,
Ele te abraça na época da eleição,
Por um voto,te dá um 1Kg de feijão,
Ele promete educação,emprego,esporte,lazer...
E quando ganha não olha o teu irmão
que está no corredor do hospital sem respiração.
Você confia demais neles e depois reclama,
Você vota neles e depois reclama,
Você não vai atrás do que ele está fazendo e reclama,
Você reclama e não faz nada,
Você tem conhecimento e não muda.
Se eles derem uma festa,logo esquecerá e ajudarás na campanha.
Você é mais hipócrita que eles,
Você é mais corrupto que eles,
Você é um parvo,um troglodita,um babão...
Pior que eles nos roubarem
É você rir junto com eles...
MARA FARIAS
Lágrimas
Que lágrimas são essas?
Você sabe se chegam ao chão?
Lágrima infinita.
Lágrima é bonita.
Lágrima vem do coração.
Lágrima tem dimensão?
O que nos faz chorar então?
Pranto molhado.
Choro calhado.
Tempestade de medo e desilusão.
MARA FARIAS
segunda-feira, 21 de junho de 2010
O Causo de Marimá
O que se deu foi a alguns anos,
Quando ela era apenas uma garotinha,
Que brincava de bonca e casinha.
A achavam estranha pelo jeito de pensar,
Tentava ser como eles,mas só fazia chorar...
Cresceu alguns centímetros,
Foi para escola,fez amigos,
Aprendeu novos saberes ajudando à construir seus pensamentos.
As brincadeiras mudaram,
Mas as coisas estranhas ficaram.
Seu nome é Marimá,
Esqueci de apresentar.
Essa menina tinha uma amiga especial,
Era uma confidente,
Seu nome,Amélia,a garota sorridente.
Um dia,Amelinha falou de um rapaz,
O que faria,não sabia mais,
Estava noiva de outro rapaz.
Marimá deu a ideia de acabar o noivado,
Melhor que casar forçado.
Amelinha ficou feliz,
Marimá também com a felicidade dela,
Só que ficou sozinha servindo de cupido
Para a amiga que vai construir uma vida bela,
Ficando com o noivo escolhido.
Outro dia,tia Augusta apareceu: - O que aconteceu?
- Fugi para encontrar meu amor!
- Por quê?Se você é babá do vovô?
- Quero viver uma grande paixão,
E sair dessa solidão!
Descobri o seu enamorado,
Fez os dois se encontrar no lugar marcado,
Ele também estava apaixonado,
Então fugiram,e até hoje não se sabe
de tia Augusta e Seu Adenaro.
E o mais terrível aconteceu...
Teve que ir para a cidade do vovô,
Ficou no lugar de tia Augusta,
E foi nesta cidade que tudo se deu:
Pegou o primeiro ônibus para Juruá,
Sentou num dos últimos bancos e começou à chorar,
Um rapaz sentou ao seu lado
E perguntou se podia ajudar,
Respondeu "Nada,pare de me encomodar."
A cidade era pequena,
Não tinha cinema nem bar,
Shopping,teatro,nem pegava celular.
Um fim de mundo,
O lugar que ela foi se enfiar...
Chegou na casa do vovô,
Uma verdadeira mansão!
Logo o sonho acabou,
O vovô estava mudo e paraplégico,
Ela teria que dar banho e remédio.
A casa era grande,
Mas ninguém falava,
Só quando ela começava a cantar gritando
Ou chorar para fazer ecoar,
A cidade toda escutava com verdadeiro espanto.
Seis meses se passou,
Marimá cuidando do vovô,
Uma infinita solidão que abrigava o coração,
Mas ele veio à falecer
deixando todo seu dinheiro e mansão.
Marimá descobriu que a fortuna era sua e de tia Augusta,
Mas a tia desapareceu,
Ela resolveu deixar Juruá
Voltar para a cidade de onde nasceu,
E esquecer o pesadelo de morar naquele lugar.
Rica estava naquele momento,
Mas ainda vivia um lamento,
Não tinha namorado
E viveu seis meses num lugar fechado,
Ainda não sabia o que fazer naquele momento.
Pegou o primeiro ônibus de volta,
Novamente sentou no último assento,
Olhou pela janela,lembrou o que passou,
Vovô estava em seu pensamento,
Aquele mesmo rapaz ao seu lado sentou.
Marimá não olha mas percebe sua presença,
Ele a olhava querendo sua atenção,
Depois o olha e pergunta o que deseja,
Ele diz,"Nada,apenas aprecio sua beleza."
Ela o reconhece e pergunta se a persegue.
Seu nome é Dirceu,desde que a viu,nunca a esqueceu,
Trabalhava naquela cidade mas nunca a encontrou por lá
Eles fizeram uma grande amizade depois daquela viagem,
Essa história poderá continua
Se você leitor imaginar o que depois aconteceu!
MARA FARIAS
Quando ela era apenas uma garotinha,
Que brincava de bonca e casinha.
A achavam estranha pelo jeito de pensar,
Tentava ser como eles,mas só fazia chorar...
Cresceu alguns centímetros,
Foi para escola,fez amigos,
Aprendeu novos saberes ajudando à construir seus pensamentos.
As brincadeiras mudaram,
Mas as coisas estranhas ficaram.
Seu nome é Marimá,
Esqueci de apresentar.
Essa menina tinha uma amiga especial,
Era uma confidente,
Seu nome,Amélia,a garota sorridente.
Um dia,Amelinha falou de um rapaz,
O que faria,não sabia mais,
Estava noiva de outro rapaz.
Marimá deu a ideia de acabar o noivado,
Melhor que casar forçado.
Amelinha ficou feliz,
Marimá também com a felicidade dela,
Só que ficou sozinha servindo de cupido
Para a amiga que vai construir uma vida bela,
Ficando com o noivo escolhido.
Outro dia,tia Augusta apareceu: - O que aconteceu?
- Fugi para encontrar meu amor!
- Por quê?Se você é babá do vovô?
- Quero viver uma grande paixão,
E sair dessa solidão!
Descobri o seu enamorado,
Fez os dois se encontrar no lugar marcado,
Ele também estava apaixonado,
Então fugiram,e até hoje não se sabe
de tia Augusta e Seu Adenaro.
E o mais terrível aconteceu...
Teve que ir para a cidade do vovô,
Ficou no lugar de tia Augusta,
E foi nesta cidade que tudo se deu:
Pegou o primeiro ônibus para Juruá,
Sentou num dos últimos bancos e começou à chorar,
Um rapaz sentou ao seu lado
E perguntou se podia ajudar,
Respondeu "Nada,pare de me encomodar."
A cidade era pequena,
Não tinha cinema nem bar,
Shopping,teatro,nem pegava celular.
Um fim de mundo,
O lugar que ela foi se enfiar...
Chegou na casa do vovô,
Uma verdadeira mansão!
Logo o sonho acabou,
O vovô estava mudo e paraplégico,
Ela teria que dar banho e remédio.
A casa era grande,
Mas ninguém falava,
Só quando ela começava a cantar gritando
Ou chorar para fazer ecoar,
A cidade toda escutava com verdadeiro espanto.
Seis meses se passou,
Marimá cuidando do vovô,
Uma infinita solidão que abrigava o coração,
Mas ele veio à falecer
deixando todo seu dinheiro e mansão.
Marimá descobriu que a fortuna era sua e de tia Augusta,
Mas a tia desapareceu,
Ela resolveu deixar Juruá
Voltar para a cidade de onde nasceu,
E esquecer o pesadelo de morar naquele lugar.
Rica estava naquele momento,
Mas ainda vivia um lamento,
Não tinha namorado
E viveu seis meses num lugar fechado,
Ainda não sabia o que fazer naquele momento.
Pegou o primeiro ônibus de volta,
Novamente sentou no último assento,
Olhou pela janela,lembrou o que passou,
Vovô estava em seu pensamento,
Aquele mesmo rapaz ao seu lado sentou.
Marimá não olha mas percebe sua presença,
Ele a olhava querendo sua atenção,
Depois o olha e pergunta o que deseja,
Ele diz,"Nada,apenas aprecio sua beleza."
Ela o reconhece e pergunta se a persegue.
Seu nome é Dirceu,desde que a viu,nunca a esqueceu,
Trabalhava naquela cidade mas nunca a encontrou por lá
Eles fizeram uma grande amizade depois daquela viagem,
Essa história poderá continua
Se você leitor imaginar o que depois aconteceu!
MARA FARIAS
domingo, 20 de junho de 2010
A ESTAÇÃO
Em uma estação não dá.
No verão,há uma canção
difícil de cantar.
Na primavera,as pessoas querem voar,
No inverno,os braços querem se abrigar,
E a melhor estação,
O outono,onde aprendemos a amar...
A melhor estação,
Fica no coração,
Tudo vai e volta com o verão...MARA FARIAS
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